APRESENTAÇÃO
“A TERRA DE QUE A GENTE GOSTA” é expressão que nos agrada. É sentida e é profunda, e é adotada como a ideia força de “TomarOpinião”.
Pretendemos oferecer críticas construtivas e diversificadas sobre os valores, as coisas e as atualidades da nossa terra, e não só. Pretendemos criar um elemento despertador de consciências e de iniciativas de cidadania, e constituir uma referência na abordagem descomprometida desses valores, dessas coisas e dessas atualidades.
Queremos, portanto, estimular o debate, de temas e de ideias, porque acreditamos que dele podem resultar dinâmicas de cidadania, que alicercem mudanças que por certo todos aspiramos.
“TomarOpinião” será um blogue de artigos de opinião e um espaço de expressão livre e responsável, diversificada e ampla.
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segunda-feira, 20 de junho de 2016
A VIDA É AGORA UM FRENESIM
A vida é agora um frenesim, o tempo em que os dias, os meses e os anos demoravam a passar já foi, é agora coisa do passado.
O tempo em que nós esperávamos por determinadas horas do dia, fosse da chegado dos jornais da manhã ou da tarde a Tomar, vindos de Lisboa no comboio, para sabermos o que se passava em Portugal e no mundo, fosse pelo noticiário da noite na RTP é coisa do século passado.
Hoje é um frenesim de informação ao minuto, nem temos tempo de digerir uma informação logo temos outra e outra, seja de um tiroteio no EUA, seja na UE, seja de uma bomba na África ou na Ásia.
Tanta informação nos é dada, que dou por mim a interrogar-me, se agora temos mais ou menos informação, querendo com isto dizer que se toda esta quantidade não esconde e até desvaloriza aquela que terá mais interesse, sobre o país e sobre a nossa comunidade mais próxima, o concelho a nossa região.
Julgo eu, que a quantidade nos retira tempo para a coisa local e a necessária reflexão do local, nisso englobo na culpa o frenesim em que atualmente vivemos.
Frenesim que nos leva nos momentos sem nada que fazer (poucos e escassos), a deixar de ver e acompanhar os eventos locais e até regionais.
Que nos leva para a interrogação, se agora quando temos mais e melhor oferta informação, se isso corresponde a maior e melhor qualidade de vida. No meu entender não, e ainda por cima estamos sujeitos a uma grande manipulação da informação, pois os média, por isto ou aquilo, fazem em muitos casos trabalho de manipulação politica e de massas, com intenção de manter a malta desperta a umas coisas, desconhecedora de outras, ou mesmo desinteressada de outras.
Assim também a muita atenção à informação que não diariamente, tem como consequência ausência de tempo para a análise, troca de pontos de vista e aferição das primeiras ideias, retiradas da informação que nos dão.
Como consequência do frenesim e pressão que agora vivemos, também foi diminuído o tempo de convívio para a conversa que noutros tempos era possível e nos permitiam ter sobre as coisas uma outra ideia e atitude, valorizando também muitas coisas que hoje desprezamos, que permitiam ter ideias próprias ao contrário das ideias feitas e formatadas das agências de informação, que agora se ocupam de fazer opinião e de conter as populações na “ordem”.
Claro que tal como o frenesim que afeta muitos, sem disso se darem conta, tudo o resto de que falei será igual, pois felizmente ou infelizmente muita gente em nada é por estas coisas afetada, pois julgando e mesmo pensando que o mundo começa e acaba neles próprios, vivem na felicidade de quem não precisa dos outros ou não é afetado pelo comportamento dos outros. E será assim?
quinta-feira, 2 de junho de 2016
O DIA NACIONAL DAS ROTUNDAS
Tanto quanto sabemos, infelizmente não se comemora o dia das rotundas. Em nossa básica opinião, há falta de melhores argumentos, as rotundas foram a mais eficaz descoberta no que à fluidez do trânsito diz respeito. Damos o exemplo da ponte do Flecheiro, para onde, se a nossa memória não se encontra engarrafada, estava inicialmente prevista uma rotunda. Por causa de não sei quê, não sei quantos, falta de espaço, foi colocado aquele semáforo que deve ser qualificado como dos mais chatos do mundo, mormente para quem esteja aflito por aceleração do trânsito intestinal e ali fica tempos infindos à espera do verde, verdinho, meu verdinho. No caso dos casais novos, o tempo de espera deve permitir fazer um filho, ou dois. Valia a pena lá instalar uma rotunda mesmo que a placa central fosse um simples barril, slogan “Se Tomar vem visitar, o nosso vinho deve saborear”
Mesmo sendo qualificadas de mal menor, as lombas deviam ser hostilizadas enquanto inimigas públicas dos condutores. Em especial as super-lombas, tipo frente ao Politécnico. Com a entrada dos pontos na carta, as lombas gigantes deviam ser substituídas por lombinhos.
Carlos Carvalheiro, colaborador deste blogue, terá razão, não faz sentido o trânsito na zona histórica, quase certo salvaguardando o acesso dos moradores, a quem não dará jeito carregar com as compras por não lhes ser permitido parar junto às suas residências.
António Alexandre, colaborador deste blogue, terá razão, o parque de estacionamento construído nas traseiras dos Paços do Concelho, deduz-se que essencialmente ao serviço dos casamentos e baptizados na Igreja de S. João Baptista, teria sido preferível construí-lo na Várzea Grande. Já agora, uma ideia certamente parva, não seria possível construir parques de estacionamento elevados, de primeiro andar, em vez de subterrâneos? Vantagem dos carros não inundarem, não lhes faltar o ar e provavelmente a obra ficar mais barata. Seriam inestéticos os parques elevados? São estéticos, por exemplo, os edifícios de seis andares?
Outro palpite aparvalhado. Uma autarquia decidida e com dinheiro não poderia adquirir a grande moradia à venda junto aos Correios e daí, demolindo o imóvel, fazer um parque de estacionamento para autocarros?
De resto, quando vamos a uma cidade que não conhecemos em pormenor onde vamos estacionar? Decerto na maioria das cidades, como em Tomar, estacionar é um pincel, uma confusão, um apanhar bonés.
Somos um país onde não há planificação capaz de arrumar tantos carros.
Somos um país onde não há educação automobilística. Se houvesse, não seriam necessárias as lombas.
Somos um país desorganizado em tudo, por que seria o trânsito diferente do resto?
terça-feira, 31 de maio de 2016
TOMAR O TRÂNSITO E O DEIXAR ANDAR
domingo, 29 de maio de 2016
QUESTIONÁRIO: QUE TIPO DE CONDUTOR(A) TOMARENSE É VOCÊ?
Q- Habita e trabalha em Tomar. Pela manhã desloca-se de casa para o trabalho:
1 - A pé. Acorda mais cedo, faz exercício, leva os miúdos à escola e faz as compras com calma ou numa ocasião posterior.
2 - De carro. Indo a pé não teria tempo de beber um café e falar com os amigos. Além disso tem os filhos para deixar na escola, compras para fazer à hora de almoço ou logo após o trabalho.
Q- Quando circula de automóvel na cidade e precisa de ir, por exemplo, ao banco, ao café ou à padaria estaciona:
1- Num local de estacionamento apropriado onde não atrapalha o trânsito automóvel nem a segurança dos peões.
2- Na rua, em segunda fila, com o veículo fechado à chave, sem sequer ligar os quatro piscas. Não tem problemas em estacionar junto às passadeiras, pois enquanto sai do seu carro e abre a porta, como se fosse uma estrela de Hollywood, os outros condutores abrandam sempre.
Q- Quando usa uma zona de parquímetros, estaciona num lugar vago e seguidamente:
1- Desloca-se ao parquímetro e paga o suficiente para o tempo que calcula necessário. Volta ao carro, deixa o talão comprovativo e vai à sua vida.
2- Não mete moeda no parquímetro. É só um bocadinho. Ninguém vai notar. No tablier do carro está um talão da semana passada que passa bem por válido.
3- Evita os lugares disponíveis, fica na berma ou atrás dos veículos estacionados no parque taxado e liga os quatro piscas. O seu estacionamento é uma emergência que, naturalmente se sobrepõe à vida de todos os otários que usam parquímetros.
Q- É cliente de um estabelecimento da Av. Cândido Madureira. Quando ali vai às compras, estaciona:
1- Num local de estacionamento apropriado onde não atrapalha o trânsito nem a circulação dos peões, normalmente na Várzea Grande ou numa artéria adjacente.
2- Num dos locais de estacionamento reservados à PSP, a deficientes ou a cargas e descargas. São lugares mágicos e toda a gente sabe que Tomar é uma cidade mística.
3- Em segunda fila, apesar de, na faixa de trânsito contrária, já se encontrar outro veículo estacionado em segunda fila. Você sabe que nesta rua a polícia não atua assiduamente e ainda se lembra de que antigamente esta rua era tão larga que até tinha um passeio ao meio.
Q- Na Alameda Um de Março, perde a oportunidade de estacionar num lugar vago, ocupado nesse mesmo momento pelo veículo de alguém que entra de seguida numa loja. O que faz:
1- Procura outro lugar de estacionamento vago, nem que esteja bastante longe.
2- Buzina violentamente, pois considera que aquele lugar era seu.
3- Estaciona na faixa de rodagem, “trancando” o veículo que estacionou há poucos segundos, pois tem a certeza absoluta que aquele condutor irá demorar mais tempo que você.
Q- Quando vai, de carro, levar ou buscar os seus filhos à escola, estaciona:
1- Num local disponível, mesmo afastado do edifício da escola. É bom andar a pé e o caminho de regresso ao carro constitui sempre uma oportunidade de encontrar e falar com outros pais ou colegas dos seus filhos.
2- A menos de 20 metros da porta da escola, em cima de um passeio, num lugar reservado a deficientes, em segunda ou terceira fila, etc. A segurança dos seus filhos é fundamental e nada irá opor-se à tranquilidade de receber as suas crianças sob um coro de buzinadelas.
RESULTADOS (soma dos números das suas respostas)
6 a 8 - Parabéns!
A sua atuação é considerada civilizada e socialmente relevante. A sua saúde agradece e os seus filhos gostam de caminhar consigo por Tomar.
9 a 11 - Tenha paciência!
Você é uma vítima da anedótica gestão rodoviária de Tomar. Que começa em coisas tão simples como os horários de operação das máquinas dos serviços urbanos nas ruas da cidade, passando pelo incompreensível tardar do programa de parquímetros, pelo anedótico estado geral dos pisos rodoviários até à constatável desistência, por parte da polícia, em punir imediata e assiduamente os condutores sem consciência cívica.
12 a 15 - Lamento!
Você vive na ilusão de que Tomar é uma aldeia do faroeste. O que você deseja é, exatamente, atar os arreios da besta do seu carro à porta de um saloon, para nele entrar aos tiros.
quinta-feira, 26 de maio de 2016
CENTRO HISTÓRICO DE TOMAR SEM TRÂNSITO? SIM OU NÃO?
Para ir direito ao assunto, o que eu acho é que não devia ser permitido o trânsito de carros no Centro Histórico de Tomar, a exemplo do que acontece na Corredoura.
Tenho consciência que este assunto não é consensual, ainda hoje muita gente acha que foi uma má opção fechar a Corredoura ao trânsito, mas compare-se a rua Infantaria 15 com a rua Silva Magalhães, vai uma para a esquerda e vai outra para a direita no topo da Corredoura (porque raio lhe chamaram Serpa Pinto é que eu gostava de saber…).
Ambas tinham trânsito, até que a rua Silva Magalhães levou empedrado novo, ao tempo da Câmara Paiva, que foi também, por sinal, quem fechou a Corredoura ao trânsito. As esplanadas florescendo, as casas comerciais abrindo e a rua ganhou gente que passa devagar, como que a passear. A rua Infantaria 15 continua com o trânsito a passar, os minusculos passeios obrigam os carros a fazerem gincanas quando se cruzam com os peões e a fazer manobras dificeis quando entram pelas ruas perpendiculares, há várias casas comerciais, e das grandes, fechadas e as pessoas passam com pressa de sair da rua.
Bom mas opiniões são opiniões e cada qual tem direito à sua e aquilo que me levou a falar sobre o assunto foi a lembrança de uma iniciativa com uma certa piada que foi promovida quando eu fui presidente da Nabantina: o “Tribunal da Nabantina”. O conceito era simples: identificava-se um assunto polémico, arranjavam-se “advogados” que defendessem cada um dos pontos de vista, convidavam-se pessoas para fazerem de “júri” e dava-se o papel de “juiz” a uma figura de “peso”.
Na primeira (e única) vez que o “Tribunal” nabantino se reuniu, pelo início dos anos 90, o “juiz” foi Manuel Machado, advogado muito conhecido em Tomar a que se juntava o seu gosto pelo teatro (que não foi dispiciendo numa iniciativa do género) e o assunto em discussão era “Fechar a Corredoura ao trânsito: Sim ou Não?”
O resultado foi um empate. Coisa que veio a ser levada a peito pela Câmara da altura: empatou o fecho da Corredoura até ao fim do mandato.
Mas uma dúvida persistiu no meu espírito: se o Sim ganhasse, teria a iniciativa civil conseguido apressar o fecho da Corredoura?
E se se organizasse outro “Tribunal Nabantino” para deliberar sobre “Fechar o Centro Histórico de Tomar ao trânsito: Sim ou Não?”
sexta-feira, 20 de maio de 2016
EM TRÂNSITO
Se estivesse dentro de um carro, em hora de ponta, parado no trânsito, e ouvindo as notícias do trânsito em Tomar, seria mais ou menos assim:
“-Trânsito com fila lenta desde a entrada sul da A13 até à saída da Zona Industrial de Tomar. O motivo para esta demora, prende-se com o engarrafamento de camiões pesados, e as obras das empresas que aderiram ao “Tomar 2020” instalado pelo executivo socialista.
Já na estrada nacional 110, na entrada sul de Tomar, o trânsito está congestionado visto que o lixo junto às margens do Nabão, com o vento foi todo para a estrada, e os gansos, as cegonhas e os patos das redondezas aproveitaram para remexer no lixo procurando algum alimento. Recomendamos cautela à passagem no local.
Já dentro da cidade, ter cuidado com o veiculo cisterna cheio de herbicida que avariou logo no primeiro canteiro de ervas que apanhou. O motivo prende-se com o matagal intenso e difícil de controlar. Informações recolhidas no local, já denunciaram a presença do ex-chefe de gabinete da Presidente de Câmara com um colete bem visível a controlar a ocorrência, fazendo a gestão de controlo do pessoal em simultâneo com o apito na boca a controlar trânsito. . Pede-se cautela a quem não simpatiza com o partido do prestimoso autarca , sob pena de ser identificado, e ordenar que encoste à berma para passarem os camaradas.
Na zona do Convento de Cristo, o trânsito está lento, com fila grauda e a demorar uma eternidade para chegar até à cidade. O congestionamento resulta da falta de solução para os visitantes do Convento de Cristo visitarem também a cidade. Fontes próximas do processo afirmaram-nos que a senhora Presidente de Câmara, está a promover uma saída em rappel desde a Cerrada dos Cães até ao sino da igreja de São João. De forma a que quem descesse desse um safanão em cada sino. Esta solução custa um euro a cada turista, com desconto para quem quiser ser camarada.
Para amanha está prevista uma manifestação pelas ruas da cidade, para dar graças aos investimentos e à estratégia que o executivo camarário tem promovido junto dos investidores e da população em geral. O início está previsto junto à estátua Gualdim Pais, terá algumas paragens técnicas, em especial para a zona do flecheiro, e zona industrial.
Para mais informações, ou informações oportunas , visite o site do município, ou mais direto, acompanhe pelas redes sociais o ex-chefe de gabinete da Senhora Presidente de Câmara no Facebook. Caso tenha sido bloqueado, foi apenas uma falha do sistema, e apresentamos as nossas desculpas”
E seria mais ou menos assim. É preciso ter cuidado ao circular na estrada por este concelho.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
O TRANSITO - REDACÇÃO DE OUTRO TEMPO (Despachos n. 17 a 22/2016 da senhora Câmara de Tomar)
sábado, 7 de maio de 2016
BONS SERVIÇOS À COISA PARTIDÁRIA
Era um vez um jovem líder tomarense a quem os deuses dos lugares nas listas às eleições legislativas concederam malas-artes de tomar posse como deputado da majestática assembleia nacional. Segundo a fada constituição, os proprietários nacionais dos partidos são obrigados veja-se lá bem a gramarem listas distritais, embora colocando como cabeça de cartaz um crânio nacional não vá o pessoal da província armar-se em carapau de corrida, cometendo o pecado capital de pensarem pela própria cabeça concelhia. Pecado capital porque cometido na capital, em Lisboa.
Naturalmente a selecção destes dóceis servos distritais cinge-se à regra básica de serem fiéis à entidade patronal partidária ate à medula. Nem que a consciência tussa é assim e não bufa. Ora ocorreu que, reproduzido no “Tomar na rede”, segundo o “Expresso”, de 23 de Abril, na secção “Gente”, o deputado tomarense Hugo Costa (PS), suplente na comissão de inquérito ao Banif, como “o ponta de lança do partido na última audição a Ana Salcedas, a responsável da Ernst & Young pelas auditorias ao Banif entre 2008 e 2013”. Escreve o jornal que Hugo Costa “ia debitando perguntas que curiosamente Salcedas dizia não compreender”. “Talvez novato naquelas andanças de comissão de inquérito, não conseguia desenvolver o raciocínio e passava à pergunta seguinte”. Outra hipótese para o jornal é que Hugo Costa “não tinha estudado a lição e estava simplesmente a repetir o que alguém lhe escrevera no papel?”.
Ora, lamentavelmente, tanto quanto nos apercebemos, nem as forças vivas tomarenses nem as menos vivas saltaram em defesa do dedicado deputado, enaltecendo as suas inquestionáveis capacidades de obediência, de absoluta fidelidade ao cumprimento do que a direcção da bancada lhe ordenou. Presume-se quanto a nomeação do jovem deputado tomarense para estas audições às auditorias ao Banif se relacionou com o presunção deste líder ter exposto no seu currículo grande conhecimento sobre os bancos do Mouchão.
Acontece semelhante quando a direcção do partido exige aos dignos deputados distritais votos a favor em matérias tão específicas com as leis sobre o efeito das picaretas em brasa na evolução do regionalismo, a influência dos molhos de palha na dívida pública aos molhos, ou a penalização como crime público a todo o piropo proveniente de funcionários das empresas públicas.
Como recompensa desta firme fidelidade partidária, destacada a nível nacional, somos da opinião que o novato deputado tomarense justifica um galardão no próximo aniversário da cidade. Quiçá a medalha de mérito dos bons serviços à coisa partidária.